Pesquisar este blog

Clique na seta e selecione o idioma/ Click the arrow and select your language/

Marcadores

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Canadá derrotou a anfitriã Grã-Bretanha pelo placar de 73 a 65.


O Canadá derrotou a Grã-Bretanha, por 73-65, em jogo da 2.ª jornada do grupo B do torneio olímpico de basquetebol feminino. As canadianas alcançaram a primeira vitória na prova, ao passo que as anfitriãs continuam sem vencer.

O conjunto do contintente americano colocou-se bem cedo na dianteira do marcador mas viu as britânicas reduzirem a desvantagem para uma posse de bola durante o terceiro período. No entanto, no derradeiro quarto, o Canadá soube gerir a vantagem e até aumentá-la.

A base canadiana Shona Thorburn esteve em evidência, com 18 pontos e 3 ressaltos. Entre as britânicas, Natalie Stafford e Johannah Leedham marcaram 15 pontos cada.

Americanas vencem angolanas com 52 pontos de vantagem


Campeãs olímpicas em Atenas e Pequim, e do último Mundial de basquete feminino, em 2010, a seleção americana massacrou nesta segunda-feira a equipe de Angola por 90 a 38, em partida válida pela segunda rodada da fase de grupos da modalidade nos Jogos Olímpicos de Lonres, disputada na Arena de Basquete. 


Participantes dos Jogos de Pequim e MVPs em temporadas recentes da WNBA, Candance Parker, Diana Taurasi e Tomika Catchings lideraram os Estados Unidos na fácil vitória sobre as africanas. Parker, melhor da WNBA em 2008, foi a atleta de melhores números na partida, conseguindo um duplo-duplo, com 14 pontos e 11 rebotes.


Na terceira rodada do Grupo A, as americanas encaram a Turquia, que também venceu seus dois primeiros jogos, contra República Tcheca e Angola. As africanas jogam contra a China.

Veja o que falaram as jogadores e o técnico Tarallo após a derrota


Algumas atletas, como a pivô Érika, não pararam para falar com a imprensa. Foto: AFP
Foto: AFP

"Enquanto a gente tiver chance, nós vamos lutar, ninguém vai entregar nada. Estamos aqui pra isso. Alguém tem que ganhar e alguém tem que perder, perdemos duas seguidas, agora vamos buscar o resultado daqui pra frente. A gente treinou muito pra depois de duas derrotas achar que isso aqui é o fim do mundo. Nós não somos esse tipo de jogadora, esse time não é assim. Vamos levantar a cabeça", disse a jogadora Karla.


"Nós estamos pecando nos detalhes. Em uma Olimpíada, contra times fortes, não pode errar bandejas fáceis, não pode errar nos arremessos, porque se a gente erra de um lado e elas acertam do outro e a gente perde no final. Só que a gente treinou tanto pra estar aqui, acho que não pode desanimar agora, né? Tem que lutar até o final", afirmou Érika.


"A gente tem que pensar em jogar, porque a gente se classificou para a Olimpíada sem ela e temos que continuar lutando", respondeu Adrianinha


"Acho que falta acreditar que realmente dá pra vencer. Porque leva o jogo, leva o jogo, e na hora de finalizar não tem essa fechada do grupo, antecipar situações, provocar a vitória, fica um pouco aceitando a equipe adversária vencer", afirmou Tarallo, após a derrota.

"É uma chave muito competitiva, na hora de finalizar o grupo está sem esse ímpeto de fechar o jogo. Faltou provocar mais situações que favoreçam o Brasil. E, às vezes, acaba que nessa hora de fechar (uma jogada) o grupo ainda não está pronto isso, e nós temos pago o preço por isso", avaliou o técnico.



Origem e regras do Basquete


Lição para o Rio 2012


O presidente do Comitê Organizador das Olimpíadas Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, afirmou nesta sexta-feira que Londres está dando um exemplo extraordinário de como se preparar para os Jogos. Ele participou da abertura de uma exposição sobre a arte brasileira em plena capital britânica. 

Como está Londres hoje?


Reportagem de Brasil 59 x 69 Rússia